Crises emocionais, soluções espirituais

Editora EME      sexta-feira, 27 de outubro de 2017

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Os anciões Cherokees, povo ameríndio da América do Norte, estavam preocupados com um dos garotos da tribo que, por se sentir injustiçado, tornou-se agressivo. O avô do menino o traz para perto de si e diz:

- Eu entendo sua raiva. Há uma batalha terrível entre dois lobos que vivem dentro de mim. Esses dois lobos tentam dominar o espírito de todos nós. Um é mau, o outro é bom.

 O neto pensou nessa luta e perguntou ao avô:

- Qual lobo vence?

Ao que o velho índio respondeu:

- Aquele que você alimentar!

Crise e oportunidade são os dois lados da mesma moeda. Sempre é possível descobrir caminhos promissores mesmo que eles estejam escondidos em momentos desfavoráveis. Isso é o que diz a milenar sabedoria chinesa, em que crise e oportunidade se complementam na mesma palavra. De que lado você prefere estar quando a crise (ou a oportunidade) chegar?

Perceber que nosso pensamento não é algo imutável possui um valor extraordinário, porém não exercitamos tal percepção. A forma que pensamos, a forma que somos, as coisas que queremos, como queremos que as coisas sejam, são nossos valores imediatos. Desta forma, vive-se ‘batendo de frente’ com tudo que acontece fora destes valores.

E, segundo Donizete Pinheiro, é deste embate “entre o que somos e o que desejamos ser que surge a crise, que pode ser de pequena ou grande complexidade, mas que sempre provoca algum sofrimento, conforme a criatura é mais ou menos preparada para o enfrentamento”.

Tomando como base as variadas crises humanas, Donizete elaborou sínteses relevantes ao aprofundar os estudos e as reflexões com os ensinamentos das obras de Allan Kardec e de outros amigos espirituais.

O resultado está no livro Gestão de crises emocionais, publicado pela Editora EME, onde o magistrado também aponta propostas à superação, com método e valores morais adequados, com um pouco de esforço e perseverança, de forma a “logo nos perceberemos resolvidos, ajustados e tranquilos, seguindo adiante para uma fase espiritual mais feliz”.

Seria o momento de ser a ‘metamorfose ambulante’ cantada por Raul Seixas. Não num sentido anárquico, mas baseando-se no fato de que é possível fazer/ser/pensar a cada dia algo diferente do que fez/foi/pensou-se antes. Tentar algo que nunca se tentou antes.

Fazer um caminho diferente de casa para o trabalho, ou de casa para o mercado, enfim; de carro ou de ônibus ou mesmo a pé. Assistir outro tipo de programação na TV, ler outro tipo de livro, comer uma comida diferente, etc...

Como escreveu o poeta espanhol Antonio Machado: caminhante, não há caminho/o caminho faz-se ao caminhar.

Muita coisa importante já aconteceu no mundo ao se tentar sair de crises. Até mesmo por persistência, porque nada se descobre de novo se não enfrentarmos as mudanças. A Lei de Progresso, uma das dez leis morais a que alude Allan Kardec na parte terceira de O livro dos espíritos, aponta exatamente as dificuldades (crises) pessoais ou coletivas, olhando-as como oportunidades evolutivas.

Ao final da leitura de Gestão de crises emocionais, o leitor poderá decidir qual lobo alimentará e, também, responder a pergunta que fizemos acima: de que lado prefere estar, quando a crise (ou a oportunidade) chegar?

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