Chico Xavier, a maior expressão do espiritismo brasileiro

Editora EME      sexta-feira, 10 de novembro de 2017

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Depois de Correio do além¸ uma coletânea de cartas psicografadas, outras obras do querido e saudoso Chico Xavier foram também reeditadas graças à parceria da Editora EME e da Editora CEU: Hoje de Emmanuel, e Relatos da vida, pelo espírito Irmão X.

A capacidade mediúnica de Chico Xavier posiciona-se entre as de maior abrangência que se tem conhecimento. O campo literário, priorizado através da psicografia, levou–o a diversos estilos como a poesia, o romance, filosofia, dissertação histórica, estudos científicos, psicológicos, ensaio moral, a mensagem reconfortante e orientadora, as ideias e sugestões para nossa vida diária.

Estas ideias e sugestões, capazes de nos auxiliar a tomar as melhores decisões, é a proposta de Hoje, assinado por Emmanuel. O mentor espiritual, cujo nome significa “Deus conosco”, seguindo sua obra de complementação doutrinária.

Emmanuel serviu-se da mediunidade de Chico desde 1931. Antes disso, em 1927, quando estava com 5 anos, Chico assistiu à sua primeira sessão espírita no dia 7 de maio, após relatar que via o espírito de sua mãe morta. A data marca o primeiro período da atividade mediúnica dele, indo até seus 17 anos.

De 1928 a 1931 temos o segundo período, em que recebe mensagens para treinamento da psicografia, muitas delas publicadas pela imprensa comum.

O terceiro período, o da mediunidade orientada por Emmanuel, resultou em considerável acervo de obras e estilos já mencionados acima, iniciado por Parnaso de Além-Túmulo, conjunto de 60 poesias de poetas brasileiros e portugueses mortos há tempos. Publicado pela primeira vez em 1932, a obra causou grande turbulência nos meios intelectuais da época.

Outra grande celeuma envolvendo Chico Xavier aconteceu em 1944, com a publicação de obras mediúnicas assinadas pelo poeta, cronista, crítico e ficcionista Humberto de Campos. A viúva do escritor promoveu uma ação judicial contra o médium e a Federação Espírita Brasileira, a respeito dos direitos autorais devidos. Embora a decisão judicial à época tenha sido desfavorável à viúva, por precaução o escritor desencarnado adotou o pseudônimo “Irmão X” - um artifício que ele já havia adotado quando encarnado: quando quis mudar de estilo, Humberto adotou o nome fictício “Conselheiro XX”. O sucesso foi total.

Humberto de Campos morreu em 5 de dezembro de 1934. Tempos depois, no plano espiritual, encontrava-se num grupo de estudos quando foi questionado sobre o porquê da sua interrupção literária. "Troquei a pena pela enxada de serviço", respondeu. Mais adiante, porém, mostrou a Emmanuel os originais de Relatos da vida onde, com seu estilo inconfundível, discorre sobre temas como dificuldades mediúnicas, livre-arbítrio, fatalidade, depressão, entre outros.

Agripino Grieco e outros críticos literários examinaram atenciosamente as obras de Humberto de Campos e do Irmão X e constataram  a realidade do fenômeno espírita e a autenticidade da mediunidade de Chico Xavier.

Quase centenário, Chico preferiu desencarnar quando todos os brasileiros estivessem felizes, o que de fato aconteceu no dia da conquista do pentacampeonato pela Seleção Brasileira de Futebol. Enquanto o Brasil inteiro vibrava alegremente, o coração do médium nascido em Pedro Leopoldo (MG) em abril de 1910 parava de bater, naturalmente e “sem aviso prévio”, como disse seu médico, no dia 30 de junho de 2002.

Mas, como bem sabemos, ninguém morre. Chico Xavier menos ainda – e estas preciosas reedições só comprovam isso.

 

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