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Anencefalia: benção ou maldição? (parte 1) por Eulália Bueno

Não podemos discorrer sobre a anencefalia sem sabermos, na realidade, o que ela representa. Para a maioria das pessoas, a anencefalia é uma caixa craniana completamente vazia e, portanto, um bebê totalmente deformado e praticamente morto. Muitos, inclusive, não crêem que haja a presença de um espírito.

O que existe dentro da nossa cabeça não é apenas o cérebro, mas o encéfalo, que é a soma do cérebro, o cerebelo e o tronco cerebral, portanto, o termo anencéfalo não é inteiramente correto, visto que a anencefalia não representa a ausência total do encéfalo, mas de parte dele.

A anencefalia é diagnosticada durante a gestação, algumas vezes através da ultrassonografia, ou exame de sangue em busca de níveis altos da Alfa Feto Proteína E para confirmação total. Muitas crianças com anencefalia morrem intra-útero ou durante o parto, mas podem sobreviver desde umas poucas horas ou dias até meses, embora mais raramente. Não importa, quando sabemos que para o espírito todo o segundo é extremamente precioso.

Por que Deus destinaria um ser assim se não houvesse finalidade?

Saber que se gera um filho portador de tão grave anomalia, que não vai ter condições de sobrevivência prolongada, é uma situação muito dolorosa e que pode causar sérios danos psicológicos, mas não cremos que de alguma forma a mulher-mãe possa ter essa dor aliviada ao escolher o aborto, ou como muitos preferem dizer, a antecipação do parto, nome que não procede quando sabemos que não haverá a mínima chance de sobrevivência para o feto.


O caso Marcela

A mãe de Marcela de Jesus, residente em Patrocínio Paulista, recebeu a notícia de que a filha que ela esperava era anencéfala, mas não desistiu de esperar por ela. Contra todas as expectativas, Marcelinha nasceu e sobreviveu por 1 ano e 8 meses, vindo a desencarnar em 1º de agosto de 2008. Ela nos deixa muito o que refletir.

Entre a gestação e o tempo de vida, foram 29 meses de aprendizado para aqueles espíritos envolvidos no caso Marcelinha. Há cursos menos intensivos que esse e diplomam pessoas. Para a pediatra Márcia Beane, que cuidou de Marcela desde o seu nascimento, lidar com ela mudou a sua vida. Diz ela:” A gente pensa que sabe tudo. Ela me ensinou que não se deve fazer pré-diagnóstico. Sou outra pessoa, mais humilde e conformada com minhas limitações.”

Atualmente, o especialista em medicina fetal e professor da USP, Thomaz Gollop, afirma que após análise mais profunda efetuada por uma junta médica, concluíram que a menina Marcela não era portadora de anencefalia, mas sim de um defeito menos grave na formação do crânio e o resquício de cérebro presente. Mas ela, em primeiro diagnóstico, foi diagnosticada anencéfala e poderia ter sido abortada. Mais um motivo para não se optar por esse caminho, pois o diagnóstico pode não ser exato.

Marcelinha não tinha prognóstico de vida, mas viveu 1 ano e 8 meses. Enquanto ela viveu, somente na cidade de Patrocínio Paulista, 319 pessoas nasceram e 159 desencarnaram. Seus pais se deram a benção de estar com ela por esse tempo precioso e hoje, com certeza, são pessoas mais ricas, principalmente de amor. Foi uma lição conjunta, pois a experiência não beneficiou apenas Marcelinha, mas todos que tiveram contato com ela.

Eulália Bueno é autora dos livros A melhor vida, Estelinha: a estrelinha que não ficou sozinha e Superando a Ansiedade.

6 comentários 15 de Setembro de 2008 às 11:37 Editora EME

Criança no Além (Caso Isabella) - Rodrigues de Camargo

A morte da pequena Isabella em São Paulo, no dia 29 de março, causou muita polêmica em todo o Brasil. Muito se discutiu sobre a autoria do crime, mas uma pergunta permaneceu no ar: Que destino tomou a alma da criança, brutalmente assassinada?
A morte continua sendo um enigma para a maioria dos brasileiros, visto que somos 68% de católicos, 24% de protestantes, 2% de espíritas (o Brasil é o maior país espírita do mundo), 1% aproximadamente de outras diversas religiões, restando 5% que se consideram sem religião. Destes, 1% dizem não acreditar em Deus.
Os espíritas, diferentemente da maioria, acreditam na imortalidade da alma, na sua individualidade e também na comunicação dos mortos com os vivos.
Graças a O Livro dos Espíritos, assinado por Allan Kardec (pseudônimo usado pelo insigne professor Denizard Hippolyte Leon Rivail), publicado em 18 de abril de 1857, na França, a humanidade conheceu, enfim, as respostas para muitos mistérios, incluindo a questão formulada no início.
— No que se transforma a alma no instante da morte? — perguntou Kardec aos Espíritos.
— Ela volta a ser Espírito, isto é, retorna ao mundo dos Espíritos, o qual havia deixado momentaneamente. (Questão 149.)
E o Codificador do Espiritismo continuou:
Como a alma constata sua individualidade, já que não tem mais corpo material?
— Ela ainda tem um fluido que é dela própria, o qual retira da atmosfera de seu planeta e que representa a aparência de sua última encarnação: seu perispírito. (Questão 150ª.)
Você, leitor, com certeza deve estar pensando: No caso de Isabella, como isso se deu? Teria sofrido muito?
— Não. Freqüentemente o corpo sofre mais durante a vida do que no momento da morte: neste, a alma nada sente.
Sobre a infância da criança, Allan Kardec interrogou:
— Por que muitas vezes a vida é interrompida na infância?
— A duração da vida da criança pode ser, para o Espírito que está encarnado nela, o complemento de uma vida interrompida antes do término devido, e sua morte é, muitas vezes, uma provação ou expiação para os pais. (Questão 199.)
Informações igualmente preciosas nos ofereceram os Espíritos, através da psicografia do mineiro Chico Xavier, em sua obra intitulada Entre a Terra e o Céu, ditada do Além pelo médico André Luiz.
Conta-nos ele que, em determinado momento no plano espiritual, passa a ouvir uma suave melodia; ao se aproximar, percebe que a música era entoada por um coro de crianças felizes e sorridentes, em meio a paisagens de rara beleza.
Ele se encontrava no Lar da Bênção — um misto de escola de preparação para a maternidade e abrigo para espíritos que haviam desencarnado na infância. Alguns deles, naquele exato momento, recebiam a visita de suas mães, ainda encarnadas, que para lá se deslocavam por ocasião do sono físico.
O médico espiritual André Luiz, admirado com aquela visão, volta a questionar se haveria ali cursos primários de alfabetização; ao que a dirigente, Blandina, daquele educandário responde afirmativamente, pois que se tratava de um verdadeiro estabelecimento de ensino no Além, que abrigava, à época, cerca de dois mil Espíritos desencarnados em tenra idade, que lá permaneciam até reunir condições para retornar ao plano físico, o que se dava, na maioria das vezes, antes que o Espírito retomasse sua compleição adulta.
Essa é a instigante questão do “desenvolvimento da criança na vida espírita”, que está intimamente atrelada à retomada de consciência por parte do Espírito desencarnado, o que lhe permitirá plasmar as modificações necessárias em seu corpo fluídico.
Há, portanto, Espíritos que, tendo desencarnado na infância, em retorno ao plano espiritual reassumem em curtíssimo prazo a forma adulta que tinham antes de reencarnar, ou, ainda, outra apresentação perispiritual que lhes convenha, sempre de acordo com suas potencialidades anímicas.
Afirma o Espírito André Luiz, ainda na mesma obra, que essas são exceções, pois que a maioria dos seres que estagiam no planeta Terra necessitam de longo espaço de tempo e total amparo da Espiritualidade para se desvencilharem dos impositivos da forma infantil, a que se encontram mentalmente fixados.
Ademais, são em grande número aqueles que, ao desencarnarem precocemente, adentram o plano espiritual em extremo desequilíbrio, razão pela qual são recolhidos em alas isoladas, com o fito de receberem cuidados especiais.

Veja também a apresentação em power point sobre o tema. Clique aqui!!!
Crianças no alem.zip

(*) Bacharel em Direito e Administração de Empresa,
diretor da Editora EME.
Bibliografia: O Livro dos Espíritos e O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec; Na Maior das Perdas a Divina Consolação, prof. Régis de Morais; Correio do Além, Entre a Terra e o Céu, Jovens no Além, Lar Oficina Esperança e Trabalho, psicografia de Chico Xavier, Espíritos diversos.

9 comentários 7 de Maio de 2008 às 18:17 Editora EME

LANÇAMENTO OFICIAL DO LIVRO NA EDUCAÇÃO DA ALMA

No último dia 10 de abril aconteceu na Instituição Espírita da Vila Madalena, Casa do Caminho, o lançamento oficial do livro Na Educação da Alma de autoria de nossa querida professora e espírita renomada, Lúcia Cominatto.
O evento, realizado na capital paulista, contou com a presença da também autora da Editora EME, Eulália Bueno e do tecladista Túlio Rodrigues que prestigiam a professora aposentada da rede estadual de ensino, que desde jovem, empenha-se em propagar a Doutrina Espírita. Além de autora, Lúcia Cominatto também se destaca, desde 1993, como responsável pelos trabalhos realizados no período vespertino na Casa do Caminho, local onde deu-se o evento.
A seguir confira algumas fotos do lançamento:

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2 comentários 29 de Abril de 2008 às 12:20 Editora EME

Livro de Geziel Andrade ilumina a alma do leitor - Jorge Rizzini

Afirmemos, desde já, que a obra “Os Espíritos, a Música Celeste e a Música Terrena”, de Geziel Andrade, não tem similar na História da Literatura Espírita Mundial. Seu autor, dotado de irresistível vocação de pesquisador, vasculhou as Obras Completas de Allan Kardec (inclusa a Revista Espírita) com o objetivo de realizar uma façanha inédita em todo mundo, ou seja, recolher trechos, casos e artigos sobre a música no Além e a influência dos Espíritos na música terráquea.

Ao contrário, porém, do que imaginara, a colheita fora generosa. Mas Geziel Andrade queria mais. E fez o mesmo nas obras de Leon Denis, Conan Doyle, Bozzano… E com esse fascinante material histórico organizou, didaticamente, seu novo e precioso livro “Os Espíritos, a Música Celeste e a Música Terrena”, que a Editora EME, de Capivari, editou em boa hora.

Ressaltemos, finalmente, que os comentários de Geziel Andrade, disseminados por todo o livro, encantam porque redigidos num estilo elegante, direto e, sobretudo, rigorosamente de acordo com a Doutrina Espírita. A exemplo, aliás, de seus livros anteriores.

Adicionar comentário 17 de Setembro de 2007 às 09:52 Editora EME

O TRIBUNAL DA CONSCIÊNCIA E O SEGREDO - Neide de Azevedo Lima

O livro “O Segredo”, que vem fazendo um sucesso retumbante no mundo. Na realidade “O Segredo” cuja autora é Rhonda Byrne é um livro de auto-ajuda, que normalmente é aceito lido e seguido em busca da resolução dos problemas de cada um.

O foco do livro a idéia central é “A lei da Atração”, apresentada como o grande segredo da vida.

A autora australiana Rhonda Byrne, afirma que há “Dentro de cada um de nós um Poder Magnético que é mais poderoso do que qualquer coisa no mundo”. E que usando esse Poder conhecido como “Lei da Atração”, a pessoa tem condição de atrair tudo aquilo que desejar e acreditar que vai conseguir. O grande segredo é não duvidar nunca do desejo e partir em busca do desejado, confiando cegamente que vai alcançar, Se o objetivo perseguido, não for feito acreditando que o poder de atração magnética vai conseguir realizar o seu desejo, ele não se realizará. Parece simples, mas não é. Não pode existir a dúvida. De nada adianta porém, cruzar os braços e ficar esperando que as coisa caiam do céu na sua mão. Isso não existe. Existe mais coisa por trás da atração magnética do que uma simples auto ajuda. Digo isso porque não mais que de repente recebo de um amigo um livro de sua autoria que mexeu comigo por diversas razões. Inclusive porque também poderia se chamar “O Segredo”, porque embora se trate exatamente “da força magnética”, que existe dentro de cada ser humano, o enfoque apresentado por José Lázaro Boberg é diferente fundamentalmente. Espírita convicto ele descreve a Força Magnética ou a Lei da Atração como a presença de Deus dentro da pessoa. Todos nós temos Deus dentro de nós. E Deus pode tudo, assim também como o Tribunal da Consciência. O Ser Humano é avaliado e julgado por ele mesmo. Se pelas obras houver merecimento, tudo o que se planeja firmemente será alcançado.

Esse livro Intrigante, que mexeu comigo e que é denominado “O Código Penal dos Espíritos” cujo subtítulo é “A Justiça do Tribunal da Consciência”. O Autor não me surpreendeu, porque conheço a sua capacidade como escritor, e como espírita convicto. O que me surpreendeu é que ambos os livros estão relacionados com o mesmo assunto, embora neste a filosofia seja espírita.

Boberg, afirma que “Deus é uma Força Magnética atraindo a todos á medida que o Espírito atinge a Perfeição”. “Estar em Deus, na verdade consiste em se alinhar, vibracionalmente, com a Lei Divina. Mas essa conquista é independente de crenças, sejam elas quais forem, pois se trata de mérito de cada um, na realização das obras no Bem”. ‘Jesus nos ensinou a procurar Deus dentro de nós. Deus não privilegia ninguém.’

Pelo esforço e vontade própria, o futuro está aberto a todos. É preciso entrar em consonância á força vibratória que nos rodeia e emana de nós mesmos.

Cada criatura é feliz ou infeliz; “Pode estar no céu ou no inferno, mas como estado de consciência, onde quer que esteja”, e cai nessa por vontade própria e pode sair desse conflito por vontade própria.

Essa frase de Boberg é intrigante demais exatamente por ser verdadeira, e é apregoada por Rhonda Byrne no seu Livro “O Segredo” de sucesso retumbante no mundo. Enquanto “O Segredo” se apresenta apregoando o pensamento positivo, quase como uma mágica, mas que não funciona se não houver ação, busca, e determinação, cientificamente está provada a teoria de que o cérebro alimentado pelo otimismo, pela busca incessante pode realmente modificar a vida das pessoas independente de sua preferência religiosa. Mas o ponto central é o Tribunal da Consciência, porque não é Deus que nos julga ou nos condena. Somos nós mesmos os responsáveis pelo julgamento favorável ou não, porque tudo o que nos acontece é uma reação ao ato praticado por nós, e o que nos dá condição de receber, dar, agradecer são as ações praticadas. Ficar inerte esperando que as coisas caiam do céu, sem merecimento, não existe pensamento positivo que resolva. “O Código Penal dos Espíritos” e o retumbante sucesso do livro “O Segredo”, ambos têm muita coisa em comum.A diferença é que um foi escrito por australiana e lançado nos Estados Unidos e o outro por um escritor nosso, da nossa região e merecia ser lançado nos Estados Unidos e na Austrália por que não?

Transcrito da Tribuna do Vale

Adicionar comentário 24 de Agosto de 2007 às 15:53 Editora EME

LIVRO É NOTÍCIA - O CÓDIGO PENAL DOS ESPÍRITOS

Todo ser humano é livre para pensar, falar, agir e semear, segundo os ditames de sua própria consciência. E por agir com o apoio da razão também fica exposto às conseqüências da Lei de Causa e Efeito ou Lei de Ação e Reação.

Não há, necessariamente, um tribunal acusatório definido pela Autoridade Maior Deus, que não se ocupa em submeter suas criaturas a julgamentos externos, com sentenças punitivas. A verdadeira avaliação ocorre na intimidade do ser, e desse tribunal depende a sua absolvição. A consciência limpa absolve, pois repousa sob as bênçãos da tranqüilidade pela conduta reta, pelo dever cristão fielmente cumprido. É diferente, no entanto, a situação daquele que enfrenta a intranqüilidade e o remorso ante a consciência de culpa pelo mal causado a outrem.

Estes estados, de serena paz ou agitação angustiosa, movidos pelo tribunal da consciência, são objeto de meticuloso estudo no livro “O código penal dos Espíritos – a justiça do tribunal da consciência”, e o autor, José Lázaro Boberg, apoiado em valiosas referências, desde Kardec aos autores recentes encarnados e desencarnados, enfatiza a misericórdia pairando sobre todas as leis conhecidas. Deus, às vezes interpretado como sendo agente de punição, surge na sua real posição como o Grande Educador de almas em processo evolutivo. É destacada, igualmente, a existência das oportunidades para reparação, com processos regenerativos e educativos, atendendo aos imperativos das consciências, tranqüilas ou atribuladas. Se a semeadura é livre a colheita é obrigatória.

Distribuído em pequenos capítulos, todos substanciosos e esclarecedores, o autor analisa, por exemplo, a felicidade como fruto do esforço na construção do bem e jamais como privilégio obtido sem lutas; tranqüiliza os leitores quando céu e do inferno, afirmando que “a Doutrina Espírita desmistificou essa idéia de céu e inferno, com suas localizações geográficas”. E, baseado em textos elucidativos, diz que podemos estar na terra e sentir as delícias do céu, ou ainda estar no plano espiritual e experimentar tormentos infernais, uma vez que trazemos em nós mesmos o nosso inferno e o nosso céu, independentemente do local onde estejamos.

Boberg também faz uma abordagem aprofundada sobre as causas geradoras dos dissabores humanos. “Muitas vezes somos tocados por remorso avassalador que nos leva à tristeza e à angústia. (…) O sofrimento moral é um efeito e tem como causa uma história relacionada com o próprio infrator” – esclarece.

E, como mensagem de otimismo, fé, confiança, consolação e esperança em Deus, chama a atenção do leitor para o fato de que o Criador jamais abandona alguém. “Deus não está distante, em lugar inacessível. Ele se faz presente em todas as criaturas. Nunca há possibilidade de sermos deserdados pelo Pai. (…) Saiba que todos, à medida do crescimento espiritual, aproximam-se, gradativamente, de Seu imenso Amor”. como: “Fazendo o mal por omissão”, “Inconveniência o mal”, “Agravantes ou atenuantes”, sofre pelos erros alheios”, “A situação no mundo espiritual” e “Progresso como lei geral”.

O código Penal dos Espíritos – a Justiça do Tribunal da Consciência” tem 190 páginas, 14x21cm e custa R$20,00. O lançamento é da Editora EME, que atende a pedidos pela Caixa Postal 1820 – CEP 13360-000 Capivari, SP – telefone (19) 3491-7000 e página eletrônica www.editorame.com.br

Comentário publicado pelo:
SERVIÇO ESPÍRITA DE INFORMAÇÕES (SEI)
Rio de Janeiro - RJ
Boletim Semanal editado pelo Lar Fabiano de Cristo
Sábado, 11/8/2007 – n.º 2054

1 comentário 14 de Agosto de 2007 às 14:03 Editora EME

A cada um segundo suas obras - Eulália Bueno

Quando Jesus nos adverte afirmando a nossa responsabilidade, a sua estatura espiritual já se debruçava sobre os séculos e nos enxergava molestados pela infantilidade humana.

Naquelas noites estreladas da Galiléia, de alma desprendida, apartava-se dos discípulos, projetando-se no porvir para ver-nos trôpegos, julgando-nos poderosos a crivar o punhal da dor em nosso próximo, erguendo, pela vaidade e pelo orgulho, lutas que fariam a Terra ser coberta pelas lágrimas de todos os corações.

Ao avaliar a extensão das nossas ânsias desmedidas, o Mestre advertiu-nos da responsabilidade sobre os atos praticados.

Hoje, tu que adentras o século XXI envolto na roupagem física, volve tua alma para aquela noite inesquecível e procura averiguar se procedes consoante os ensinos do Cristo.

Sejas aquele que trabalha. Mas, se errares, terás errado tentando. Jamais assumas a postura daquele que observa, critica ou agasalha o mau proceder e o mau pensar dentro de si, porque as árvores más têm raízes más dentro da terra, e os nossos gestos maus são fixos em raízes más dentro dos nossos corações.

Se a dúvida te assolar a alma, não se turbe o teu coração.

Dissolve-a no trabalho constante, onde estejas, sem te importares com quem és, porque a nossa verdadeira identidade está alicerçada nas obras que construímos. E só elas têm o poder de dizer muito sobre cada um de nós.

Constante no livro: A Melhor Vida

Adicionar comentário 30 de Julho de 2007 às 15:50 Editora EME

Livro do Mês - julho - Cure-se da Obsessão

Apresentamos como Livro do Mês de julho, o livro Cure-se da Obsessão, de Severino Barbosa.

Como bem nos elucida o autor, “obsessão, esta doença da alma tem sido a causa de grande parte dos desarranjos emocionais, morais e espirituais da espécie humana.”
Isto porque estamos num planeta de expiações e provas. Carregamos muitas imperfeições, defeitos que, além de amarras das quais precisamos desvencilhar-nos para alçar vôo a estágios mais elevados, são também terríveis brechas que permitem aos Espíritos obsessores aproximar-se de nós e envolver-nos em suas poderosas armadilhas.

A EME, através da promoção Livro do Mês, apresenta mensalmente, um livro com desconto de 30%. Aproveite!!!

Adicionar comentário 16 de Julho de 2007 às 13:41 Editora EME

Download do Mês - julho - Em busca da Perfeição

Já está disponível no site da Editora EME, o Download do Mês de junho, com o livro Em Busca da Perfeição de Walter Baruffi.

Mais uma obra de grande aprendizado do doutor Walter Baruffi, com a marca inconfundível do dedicado servidor do Cristo nas lides doutrinárias em terras paranaenses.
O livro é resultado de um desdobramento espiritual do Autor, que lhe permite acompanhar no Espaço os instantes em que um grupo de Espíritos, com graves comprometimentos morais, é preparado para retornar ao mundo.

A EME através da promoção Download do Mês, disponibiliza mensalmente um livro para download gratuito através do seu site. Aproveite!!!

Adicionar comentário às 13:38 Editora EME

Alcoolismo Juvenil: Uma omissão familiar - Waldenir A. Cuin

“Não se educa sendo deseducado.
Não se disciplina sem estar disciplinado.”
(Amélia Rodrigues, no livro Sementeira da Fraternidade,
psicografia de Divaldo P. Franco
)

Cresce no meio jovem o consumo de bebidas alcoólicas.

Bares, restaurantes, lanchonetes, clubes sociais, avenidas estão repletos de jovens que, displicentemente, fazem uso, em larga escala e abertamente, das bebidas deletérias e nocivas que não só desfiguram e arrasam o corpo como agridem e violentam o caráter.

Contra outros tipos de tóxicos levanta-se a sociedade, mesmo que palidamente, no combate, nem sempre eficaz, mas o álcool, esse “veneno livre”, campeia à solta, e quase sempre apoiado por grandes e bem produzidas campanhas de mídia e aceito com naturalidade por nós.

Tomar um “gole” ainda hoje, em pleno século XXI, quando o homem já foi à lua, passeou com um robô de controle remoto em Marte e avança esplendidamente em todos os setores da ciência, inclusive em conhecimentos de medicina, é um ato de afirmação do jovem, como sinônimo de que ele já começa a adentrar o sonhado mundo dos adultos. Puro engano.

Pena que a sua visão de vida e os seus objetivos na existência, muito acanhados, não lhe permitam identificar, também por falta de conscientização que o adulto não lhe deu, o abismo em que está mergulhando.

Um organismo infanto-juvenil, em formação, sem dúvida, com ingestão de álcool não poderá possuir a saúde que teria se evitasse o consumo de tão corrosiva substância. Isso, evidentemente, sem citar os estragos morais da personalidade.

Mas o problema é muito sério e de uma gravidade sem contas.

Temos, sim, necessidade de maior participação de nossas autoridades constituídas, que muitas vezes laboram com grandes deficiências de material humano e de equipamentos, ante a situação caótica em que vive a sociedade.

Precisamos também que o comércio de bebidas alcoólicas não venda essa “tragédia engarrafada ou enlatada” aos menores.

No entanto, a solução só virá com a devida conscientização da família. Não haverá outro meio e nem outros mecanismos que evitem a derrocada da grande maioria dos nossos jovens.

Já foi dito que a criança ou o jovem imita o adulto. Isso significa dizer que, se o jovem está utilizando o álcool, é porque viu o adulto fazê-lo.

E o que é mais grave, esses jovens, em grande escala, consomem bebidas junto com seus pais, em clima de festa, de euforia mesmo. Lamentável.

Indiscutivelmente, pais que consomem álcool não têm moral para impedir que os filhos o façam. Não terão autoridade para dizer que faz mal à saúde física e ao caráter, pois que são escravos do vício.

É triste, muito triste mesmo, identificar que muitos alcoólatras que afirmam não sê-lo, escondem-se atrás das bebidas sociais, sim, aquelas que se consomem nas rodas da sociedade. O alcoólatra não é somente aquele que se estende numa sarjeta, mas é todo consumidor abusivo de álcool.

Dolorosa realidade a do alcoolismo juvenil; mais doloroso ainda é constatar, sem qualquer equívoco, a omissão da família.

Esses pais, indiferentes e descuidados, estimulam ou se omitem hoje para, provavelmente, chorarem amanhã, quando dificilmente haverá tempo para reparos.

Os nossos jovens precisam muito mais do que roupas da moda, carros do ano, motos envenenadas, escolas de alto nível, médicos especializados. Eles precisam de educação, que só virá através dos exemplos dos adultos, especialmente dos adultos com quem convivem.

O jovem que se dá ao consumo de bebidas alcoólicas é vítima, muito freqüentemente, da omissão familiar.

Portanto, pouco vai adiantar instituição de leis, normas, fiscalizações se entre as paredes do lar a indiferença continuar.
Alcoolismo juvenil: a família precisa acordar.

Constante do livro: Usando Nossos Talentos

Adicionar comentário às 13:30 Editora EME

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