LIVRO É NOTÍCIA - O CÓDIGO PENAL DOS ESPÍRITOS
14 de Agosto de 2007 às 14:03 Editora EME | Enviar por e-mail Hits para esta publicação: 1569
Todo ser humano é livre para pensar, falar, agir e semear, segundo os ditames de sua própria consciência. E por agir com o apoio da razão também fica exposto às conseqüências da Lei de Causa e Efeito ou Lei de Ação e Reação.
Não há, necessariamente, um tribunal acusatório definido pela Autoridade Maior Deus, que não se ocupa em submeter suas criaturas a julgamentos externos, com sentenças punitivas. A verdadeira avaliação ocorre na intimidade do ser, e desse tribunal depende a sua absolvição. A consciência limpa absolve, pois repousa sob as bênçãos da tranqüilidade pela conduta reta, pelo dever cristão fielmente cumprido. É diferente, no entanto, a situação daquele que enfrenta a intranqüilidade e o remorso ante a consciência de culpa pelo mal causado a outrem.
Estes estados, de serena paz ou agitação angustiosa, movidos pelo tribunal da consciência, são objeto de meticuloso estudo no livro “O código penal dos Espíritos – a justiça do tribunal da consciência”, e o autor, José Lázaro Boberg, apoiado em valiosas referências, desde Kardec aos autores recentes encarnados e desencarnados, enfatiza a misericórdia pairando sobre todas as leis conhecidas. Deus, às vezes interpretado como sendo agente de punição, surge na sua real posição como o Grande Educador de almas em processo evolutivo. É destacada, igualmente, a existência das oportunidades para reparação, com processos regenerativos e educativos, atendendo aos imperativos das consciências, tranqüilas ou atribuladas. Se a semeadura é livre a colheita é obrigatória.
Distribuído em pequenos capítulos, todos substanciosos e esclarecedores, o autor analisa, por exemplo, a felicidade como fruto do esforço na construção do bem e jamais como privilégio obtido sem lutas; tranqüiliza os leitores quando céu e do inferno, afirmando que “a Doutrina Espírita desmistificou essa idéia de céu e inferno, com suas localizações geográficas”. E, baseado em textos elucidativos, diz que podemos estar na terra e sentir as delícias do céu, ou ainda estar no plano espiritual e experimentar tormentos infernais, uma vez que trazemos em nós mesmos o nosso inferno e o nosso céu, independentemente do local onde estejamos.
Boberg também faz uma abordagem aprofundada sobre as causas geradoras dos dissabores humanos. “Muitas vezes somos tocados por remorso avassalador que nos leva à tristeza e à angústia. (…) O sofrimento moral é um efeito e tem como causa uma história relacionada com o próprio infrator” – esclarece.
E, como mensagem de otimismo, fé, confiança, consolação e esperança em Deus, chama a atenção do leitor para o fato de que o Criador jamais abandona alguém. “Deus não está distante, em lugar inacessível. Ele se faz presente em todas as criaturas. Nunca há possibilidade de sermos deserdados pelo Pai. (…) Saiba que todos, à medida do crescimento espiritual, aproximam-se, gradativamente, de Seu imenso Amor”. como: “Fazendo o mal por omissão”, “Inconveniência o mal”, “Agravantes ou atenuantes”, sofre pelos erros alheios”, “A situação no mundo espiritual” e “Progresso como lei geral”.
“O código Penal dos Espíritos – a Justiça do Tribunal da Consciência” tem 190 páginas, 14x21cm e custa R$20,00. O lançamento é da Editora EME, que atende a pedidos pela Caixa Postal 1820 – CEP 13360-000 Capivari, SP – telefone (19) 3491-7000 e página eletrônica www.editorame.com.br
Comentário publicado pelo:
SERVIÇO ESPÍRITA DE INFORMAÇÕES (SEI)
Rio de Janeiro - RJ
Boletim Semanal editado pelo Lar Fabiano de Cristo
Sábado, 11/8/2007 – n.º 2054
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1 Comentário Faça seu próprio
1. Mara | 19 de Fevereiro de 2010 às 17:40
O Código Penal dos Espíritos!
Maravilhosa obra para consulta diária.
Fui agraciada com um exemplar desta obra, o que me deixou completamente deslumbrada, pois faço uso constante da leitura. Por crer que somente através do estudo é que podemos compreender e aprender nossa vida material e espiritual,
recomendo a todos leitura e uso para aguçar as virtudes da alma.
Somos nosso Juiz.
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